Vamos falar sobre maternidade?

O dia das mães está chegando! Pesquisando sobre o assunto, li muita coisa interessante sobre maternidade.

Até cair no TEDx da Helen Ramos, mais conhecida como Hel Mother, sobre a “desromantização” da maternidade.

A romantização da maternidade é aquela ideia de que as mães são seres

perfeitos, santas que jamais erram, sabem tudo e conseguem fazer tudo sozinhas, somente por instinto.

 

Isso tudo é muito lindo, mas este momento não é apenas de felicidades.

Por trás de tudo isso existe uma mulher, humana, que se cansa, se irrita, sente fome, sente medo e muitas vezes não tem noção do que fazer.

“Amar seu filho, mas não amar ser mãe é normal e está tudo bem.”

Para explicar melhor, destacamos alguns pontos importantes, para você entender, que as situações que você está passando é normal:

A sociedade é machista e “escrota” com a maternidade.

A sociedade tende a pensar que todas as responsabilidades são apenas da mulher, quando, na verdade, o correto é que tudo seja muito bem dividido entre o pai e a mãe.

Muitas mulheres, devido a essa pressão que a sociedade impõe se sentem incompetentes e péssimas mães, afinal a sociedade diz que a “boa” mãe sabe tudo e faz tudo sozinha.

Pais participativos

Ser pai vai muito além de “ajudar” trocando as fraldas. Ser pai é dividir todos os momentos, bons e difíceis, desde o nascimento, e não somente quando a criança começa a falar.

 

Esse vídeo com Piangers fala também sobre isso:

Depressão pós-parto

Mais comum que do que se imagina e precisa receber uma atenção especial.

A sociedade nos passa uma visão que uma mulher com depressão pós-parto vai jogar o seu filho pela janela.

Uma mulher com depressão pós-parto não é sinônimo de uma mulher que não ama o seu filho, mas, sim, de alguém que não está conseguindo entender muito bem essa nova fase.

O puerpério passa!

Os três primeiros meses de vida de um bebê são o período mais difícil da existência de uma mãe.

O temido puerpério é doloroso, exaustivo e cheio de situações difíceis, mas acredite: ele passa!

Nesse momento conte com toda ajuda possível. E lembre-se: o pai não é ajudante, ele tem a mesma obrigação eu você.

Sempre tem alguém para criticar

Não importa o que você faça, sempre terá aquela “tia velha ou vizinha” para te julgar ou criticar.

Então, quando acontecer, não se deixe abater. Mantenha-se firme e continue vivendo a sua vida como você julgar ser melhor!

É importante “desromantizar” a maternidade, porque você não pode mais fazer somente esse papel, ser excluída da sociedade como mulher e criar um cidadão economicamente ativo para participar dessa mesma sociedade.

Você tem que participar junto, reivindicar seu lugar. Quando você “desromantizar” a maternidade você muda o mundo para um mundo melhor para os seus filhos.

Quem quiser ver o vídeo completo:

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